Este blog es realizado en honor de Bahía, la de Todos los Santos, mi segundo hogar... Aquí, encontrarán un poco de su historia, de sus amores, de sus porqués! Espero sea de su agrado... Seja bem vindo se for de Paz, pode entrar!
Orixás

lunes, 20 de diciembre de 2010
Feliz Navidad!!!
Marita
sábado, 18 de diciembre de 2010
Naná
- Con la unión del agua y la tierra surgió el Barro.
- El Barro con el Soplo Divino representa Movimiento.
- El Movimiento adquiere Estructura.
- Del movimiento y la Estructura surgió la creación: el Hombre.
miércoles, 15 de diciembre de 2010
Osanha, el Doctor

Cuenta un pataki, que Osanha poseía el secreto de las hojas y era el dueño de todas ellas.
Un día, Xangó le pidió que le enseñara algunos secretos y que le diera algunas plantas y Osanha se negó.
Entonces, Xangó iracible, provocó un gran viento, que hizo que las hojas con sus secretos se volasen.
De allí el grito "hue hueu" que significa " Oh, mis hojas"
Se trabaron en lucha.
Xangó le envió un rayo que le quemó la pierna y se la quebró.
Desde entonces, Osanha camina sobre una sola pierna.
Es hermano de Ogún y Bará y comparte la comida con ambos.
Es hijo de Oxalá y Yemanjá.
Su fecha, el 31 de Diciembre
Xango, el Orixa de la Justicia

Así y todo, las historias reafirman claramentela imagen de poder que es siempre asociada a su figura.
Es reconocido principalmente por su credibilidad, siendo sus decisiones consideradas tradicionalmente acertadas y sabias.
Decide sobre el bien y el mal; posee la capacidad de inspirar la aceptación incostestable de sus deciciones, tanto por su poder represivo, como por su rectitud y honestidad, casi inquebrantable.
Es el orixá del rayo y del trueno.
Místicamente, el rayo es una de sus armas, que envía como castigo, nunca impensado o arrebatado.
Es un Orixá temido y respetado.
El pai Xangó, castiga a los ladrones, malhechores y mentirosos.
Su Justicia y Rectitud, es lo que caracteriza a esta Entidad.
Cuentan los patakíes que Xangó tuvo tres esposas: Oiá (Yansá) con quién iba a la guerra, Obá y Oxum, que se dice que fué su gran amor.
lunes, 13 de diciembre de 2010
Hablando un poco de la Naturaleza y del Candomblé

Falar sobre Candomblé hoje, para os adeptos mais preocupados e mais ativos quanto à religião, não significa apenas discutir sobre assuntos do terreiro, orixás e obrigações.
Hoje convido a todos para percebermos sobre o espaço em que a nossa religião está inserida, falando sobre a Terra e seus recursos, essa grande mãe que nos fornece além da possibilidade de vida, a possibilidade de termos uma fé, uma crença que se baseia totalmente no seu funcionamento.
Se fizermos um balanço entre os pensamentos que existem nas diversas partes do mundo, veremos diferenças gritantes entre estes pensamentos e conceitos.
Estamos inseridos numa sociedade de cultura ocidental, judaico-cristã, a cultura de onde surgiu o conceito econômico mais forte mundialmente, o capitalismo, e de onde surgiu e está cada vez mais inerente a nós a globalização. O dia tem hora pra começar e terminar; andamos nas ruas correndo, vidrados nos relógios; o trânsito é um caos: buzinas, berros, chingamentos; pessoas que se esbarram nas calçadas e nem se pedem desculpas. Falta gentileza, falta o pedir licença, falta o obrigado. O individualismo cresce, o egoísmo idem, a violência cresce e nisso, por causa desse tempo louco, dessa falta de calma que nos habita, cresce desordenadamente também o número de pessoas estressadas, depressivas, à beira de um ataque de nervos, que descontam seus vazios no consumo de remédios e de bens materiais como se o dinheiro comprasse a felicidade…
A ideia de que o dinheiro move o mundo e o dinheiro compra tudo está também inserida na nossa sociedade, a vontade para o “agora” é a que prevalece, então, se agora queremos energia elétrica construímos usinas hidroelétricas, independentemente dos prejuízos que estas usinas possam trazer à biodiversidade local, ou à cultura de um povo “despejado” da sua própria terra; queremos móveis nas nossas casas independentemente da madeira ser de uma área de floresta protegida; não queremos que as ruas encham d’água durante as chuvas, mas não deixamos de lançar na rua, ou pela janela do carro, ou do coletivo, latas de refrigerantes, embalagens de comidas ou qualquer outro produto que não nos sirva mais.
Nós queremos uma vida melhor não só quanto à comida e educação: queremos cidades mais limpas, mais puras, não sermos contaminados por uma leptospirose, por exemplo.
Mas pouco as pessoas têm feito para mostrar esse tipo de cidadania.
Com tudo isso, a níveis urbanos, ou a níveis mundiais, quero falar sobre a natureza. A humanidade pede socorro e esse fato não é um terrorismo de pensamento, é uma realidade. Nós, como criados numa cultura ocidental aprendemos indiretamente que a natureza está para suprir as nossas necessidades. Aprendemos que o homem está acima dela, que Olorun/Deus criou o homem sua imagem e semelhança e criou a natureza para servir a este homem criado a partir de Olorun. A partir desta concepção, a natureza é explorada, é extrapolada e vem sendo destruída pelo homem.
Como na natureza (assim como na vida) tudo é um ciclo, uma cadeia, sempre há as reações. Diferenças drásticas de temperatura são reações, chuvas torrenciais inesperadas são reações, queimadas desordenadas e quase incontroláveis em vários ecossistemas também são reações, e todas estas reações afetam de maneira direta ou indireta os ciclos que fazem a Terra funcionar e conseqüentemente também a nós, seres humanos, os seres causadores da maior parte de todo este silencioso caos.
Nós fomos criados numa cultura ocidental, porém fazemos parte de uma religião que tem como sua raiz conceitos totalmente contrários aos desta cultura.
Somos ramificações da natureza, fazemos parte dela, assim como ela faz parte de nós. Do que seríamos nós sem ela, do que seria nossa religião sem ela? Seria possível dar continuidade às nossas tradições sem a natureza? Não, meus irmãos. Nossos antepassados em África e também aqui no Brasil nos ensinaram que a natureza vem em primeiro lugar: agradamos a mãe Terra quando agradamos nossos orixás, saudamos a mãe Terra quando saudamos aos nossos orixás, tocamos a mãe Terra, pedimos sua licença, antes de cumprimentar um orixá ou um mais velho dentro da religião.
Nós temos as nossas divindades que fazem parte dos elementos da natureza. Elas estão representadas nestes elementos e os elementos estão representados nelas: os orixás. Olorun deu aos orixás seu respectivo elemento para que cada um o representasse, fosse responsável e com a ajuda dos humanos mantessem o equilíbrio entre a natureza e os seres habitantes da Terra. Nós não estamos acima da natureza e nem abaixo da natureza, pois fazemos parte dela, vimos dela e seja de qualquer maneira, voltaremos para ela.
Provavelmente, se esse pensamento fosse mais coletivo, a natureza não estaria revidando de forma tão agressiva ao tratamento que a temos dado. Por isso, nós como pertencemos a uma religião que tem por base esta natureza e dependemos dela para continuar na nossa fé, temos sim o dever de tentar impactá-la o menos possível, tanto como cidadãos nas ruas evitando lançar o lixo em outro lugar que não seja uma lixeira, por exemplo, como a nível religioso, como por exemplo, a disposição dos ebós quando levados para fora do terreiro ou quanto às oferendas direcionadas a Yemanjá no mar ou a Oxum nos rios, pois aqueles vidros de perfumes, ou outros objetos de plástico ou de vidro não somem simplesmente dentro da água, eles permanecem ali ou são levados de correnteza em correnteza e demoram dezenas ou centenas de anos até sejam decompostos.
Não quero aqui propor uma mobilização para sermos “politicamente corretos”, não é isso de maneira alguma. Apenas penso que se os diversos setores da sociedade se mobilizarem para contribuir com o meio ambiente, estas mobilizações, ainda que pequenas, em seu grupos, repercutirão em ótimos resultados se forem observadas numa visão geral. E eu, como religiosa e esperançosa quanto ao futuro da religião a partir dos meus netos e tataranetos, me vejo no dever de contribuir de alguma maneira para um ambiente mais limpo, menos poluído e uma natureza viva e presente no nosso Candomblé nesta e noutras gerações.
Axé!
Novembro 14, 2010 por Dayane
Porqué Obá al danzar, se tapa una oreja?
Obá, era guerrera, valiente, decidida.
Yansá, guerrera también, seductora, fuerte y valiente, fué la única que lo acompañó a la guerra.
Oxum, a Oxum... seductora, dulce, romántica, volvía loco a su esposo y esto, le traía algunos problemas con sus rivales...
Cuentan que Obá, primera esposa de Xangó, siempre estaba espiando a Oxum pues quería conocer los secretos de sus recetas de cocina.
Obá, vió que en la olla de la sopa, había algo parecido a dos orejas.
En realidad, eran unos hongos relativamente grandes, que la pícara Oxum, había hecho pasar por sus orejas...
Obá, prontamente puso manos a la obra.
Es por esta razón, que aquellos a quienes les toca incorporar a esta Diosa, bailan como ella, apoyando una mano sobre su oreja faltante...
La ilustración pertenece a Carybé
Parque Chacabuco, 12 de Diembre de 2010
PD: y también FELICITACIONES A TODOS LOS ALUMNOS DE MAURO MAZARELLA, pues sin el son, los Dioses no pueden ser convocados...
Marita
martes, 7 de diciembre de 2010
Fiesta de Nossa Senhora da Conceiçao da Praia
Frente al Cais Cairu se arman los puestos clásicos.
En la bella Igreja da Conceiçao da Praia, rezan las viejas beatas.
Frente a ella, la multitud se divierte.
Esta fiesta es la preferida de los capoeiristas, que se desparraman alrededor de la iglesia y del mercado, demostrando sus cualidades y habilidades, haciendo ejercitaciones delante de la gente que los acompaña con la música de los berimbaus y de los chocalhos.
Allí se mezclan marineros, feriantes, vendedores de frutas y otros trabajadores del lugar con la gente venida de lejos para la fiesta.
Nossa Senhora da Conceiçao es Yemanjá, en sincretismo afro - brasileño.
La fiesta de la Conceiçao da Praia inicia el ciclo de las fiestas populares que se extienden durante todo el verano, desde Conceiçao hasta Carnaval.
Fuente: Jorge Amado
A manera de aclaración: el 8 de diciembre, día de la Inmaculada Concepción, aquí en Argentina se sincretiza ese aspecto de la Virgen con Oxúm, la Señora del Agua Dulce.
Marita
El Pueblo de Fiesta

lunes, 15 de noviembre de 2010
miércoles, 10 de noviembre de 2010
Carybé!!!!!!

LA EMBAJADA DE BRASIL EN ARGENTINA, SE COMPLACE EN PRESENTAR UNA MUESTRA DEL PINTOR ARGENTINO MÁS BAHIANO:
Hector Julio Páride Bernabó (más conocido como Carybé)
hasta el mes de Enero.
Qué lo disfruten. Se lo deben!!!!!!
Gracias Nohémi por el aviso!!!!!
Marita
martes, 26 de octubre de 2010
"Quilombo"


lunes, 11 de octubre de 2010
Sambaqui daqui

Los primeros habitantes de la región, eran grandes consumidores de moluscos y, las valvas de aquéllos, acumuladas unas sobre otras a lo largo del tiempo, formaron estructuras calcáreas, verdaderas construcciones naturales, que recibieron el nombre de sambaquis.
martes, 5 de octubre de 2010
Música mi Negra!!!!
La Sección de Estudios de Asia y Africa de la Facultad de Filosofía y Letras (UBA) y la Cátedra UNESCO de Turismo Cultural (UNTreF /AAMNBA) tienen el agrado de invitar a la proyección de
“Jongos, Calangos e Folias. Música negra, memoria e poesía”
De Hebe Mattos y Martha Abreu
Con la presencia de una de sus directoras, Martha Abreu
(Universidad Federal Fluminense)
Basada en una investigación de historia oral realizada en 2006 y 2007, esta película se realizó a partir de más de 170 horas de grabación con descendientes de la última generación de esclavos. El trabajo da cuenta de las coincidencias narrativas sobre la memoria del cautiverio, la identidad negra, la música y la poesía en diversas regiones del estado de Río de Janeiro.
Jueves 7 de octubre – 18 horas
Informes: asiayafrica@filo.uba.ar
Exhibiciones
Martes a Viernes de 13 a 19 hs.
Sábados, Domingos y Feriados de 15 a 19 hs.
Bono Contribución voluntario $3
Moreno 350 – Ciudad Autónoma de Buenos Aires
CP (1091)
Tel. 4331-7788 / 4345-8196
E-mail: etnoprensa@filo.uba.ar
www.museoetnografico.filo.uba.ar
miércoles, 15 de septiembre de 2010
Si de cauris se trata...
Como no sé cual es tu lugar de residencia, te aconsejo que busques en internet o, material en librerías, ya que hay muchas editoriales que se dedican a publicar sobre temas esotéricos y religiosos.
Lo mejor sería consultar con un Babalawo, pero no siempre conocemos a uno y en el caso de conocerlo, no siempre están dispuestos a dar ese tipo de información.
En mi caso, me documento, busco, pregunto, revuelvo...
Hay una verdad muy cierta:
"si debes enterarte, si es para tu bien y si está en tu camino, a ti vendrá lo que desees saber"
Marita
domingo, 5 de septiembre de 2010
Cocinar con Coco

Combinaciones osadas y deliciosas será el resultado de añadir coco a tus recetas, ya que se trata de un fruto muy aromático, de sabor intenso y agradable que le da un toque especial a los guisos, postres, arroces y bebidas, entre otras cosas. En la cocina americana, africana y asiática, este producto es un ingrediente básico que, por su aroma y consistencia espesa, suaviza los sabores. ¡Presta atención! Al comprar coco fresco se tiene que escuchar el chapoteo del agua en su interior al agitarlo. Si esto no sucede, el fruto está seco o pasado de maduro. Generalmente, en dichas condiciones, la pulpa se encuentra rancia. Para obtener el líquido de su interior, hay que hacer dos orificios en los "ojos" del coco con un sacacorchos, golpeándolo con un martillo. Una vez perforado, se tiene que verter el agua en un recipiente. Hueco, el coco debe ser partido, separando la cáscara de la pulpa con la ayuda de un machaco o introduciéndolo en el horno caliente, por unos minutos. Luego se extrae la piel marrón que recubre la pulpa blanca, porque resulta bastante indigesta. Cuando la pulpa está madura, se puede consumir tanto cruda como rallada o se puede incluir en diversas preparaciones culinarias, como por ejemplo: Una quinoa cocida en leche de coco con cebollas caramelizadas, sal y pimienta.
Tips
- Cuando se quiera decorar un pastel, con un pelador de papas se pueden obtener largas tiras de pulpa. Suelen utilizarse blancas o tostadas en el horno.
- El coco rallado se puede conservar en el congelador por tres meses y el coco fresco se puede guardar por dos, en un lugar frío.
- ¡Ojo! De los cocos que están verdes se obtiene una pulpa gelatinosa que se puede comer con cuchara.
sábado, 4 de septiembre de 2010
Renacimiento
Septiembre, me parece debiera ser el mes en su honor por todo lo que significan Ambas Madres!
Vaya este pequeño homenaje!
Espero lo disfruten!
Marita
martes, 31 de agosto de 2010
Arqueología en Buenos Aires

Olá Amig@s:
en el marco del Bicentenario argentino y americano, tendrán lugar en Buenos Aires varios eventos arqueológicos.
Si son gustosos de asistir o, si la distancia no lo permite, de leer, pueden enterarse con más detalle, haciendo clik aquí.
Marita
sábado, 28 de agosto de 2010
Cachoeira, Princesa del Recôncavo
miércoles, 25 de agosto de 2010
Olá!!!!

Estoy preparando una pequeña presentación sobre uno de los transportes más queridos de Bahía, aún más necesario que querido me animaría a decir.
Se trata del "Plano Inclinado Gonçalves"
"Ni loca viajo en eso" , me dijeron una vez...
Pues yo disfruté el pequeño paseo como si estuviera recorriendo los Alpes.
Y pensar que todos los días desde hace años, muchos bahianos lo toman para hacer más potable la ascensión entre la ciudad baja y la alta!
El Elevador Lacerda fué prohibitivo durante mucho tiempo debido a su costo y, a fuer de ser honesta, también era prohibitivo este medio que hoy nos ocupa; pues muchos bahianos se ahorraban los cinco centavos y subían a pié la ladera que une ambas ciudades.
En fin, cuando vean las imágenes creo, coincidirán conmigo en que ese pequeño paseo de apenas dos o tres minutos, los transportará a la Bahía de antaño...
Marita
miércoles, 18 de agosto de 2010
Ciclo de cine africano
ESPEJOS Y ESPEJISMOS: AFRICA HOY
Observatorio Sur y la Sección de Estudios de Asia y África de la UBA organizan por tercer año consecutivo un ciclo sobre documentales independientes sobre el continente africano. Esta selección incluye películas sobre problemas sanitarios en Sudáfrica, nuevas expresiones musicales de Nigeria y Senegal y sobre la historia y la política de Zimbabwe.
Sábados y domingos de agosto, 16 hs.
Museo Etnográfico “Juan B. Ambrosetti” (Universidad de Buenos Aires)
Moreno 350, San Telmo.
Entrada libre y gratuita.
SÁBADO 14 Y DOMINGO 15, 16hs. (se repite la misma programación):
ZIMBABWE, DE LA LIBERACIÓN AL CAOS Dir. Michael Raeburn, Zimbabwe, 2003, 55 min. Michael Raeburn vuelve a los acontecimientos que desde el 2000, sumergen a Zimbabwe en el caos social y la bancarrota económica. El cineasta describe el recorrido de Robert Mugabe para imponerse como presidente, tras 15 años de guerrilla. Respaldándose en los testimonios de sus antiguos camaradas de lucha, miembros de la oposición o fieles del presidente Mugabe, desmenuza los mecanismos que han conducido a la crisis social que desgarra a su país natal y se enfrenta con sus propias desilusiones.
SÁBADO 21 Y DOMINGO 22, 16hs. (se repite la misma programación):
SUFFERING AND SMILING. Dir Dan Ollman, Nigeria, 2006, 60 min.
Visión reflexiva y vital sobre la destrucción de África y en concreto de Nigeria a través de la figura del músico y activista político Fela Kuti y su hijo Fema Kuti. La música como despertar a una conciencia, como celebración de la vida y de las raíces africanas, y como denuncia de un gobierno que actúa como franquicia de las multinacionales occidentales.
SÁBADO 29, 16hs.
WA N’WINA (Cordialmente Suyo) Dir. Dumisani Phakathi, Sudáfrica, 2002, 52 min.
(Colección « Steps for the future ») Premio especial del jurado - Festival de Ismailia Egipto 2002
«Me han dicho que entre la gente de mi generación, de dos personas una será afectada por el virus antes de 30 años»: Dumisani Phakathi vuelve a su township para intentar entender cómo se vive en la era del SIDA. Cámara en mano, al azar de los encuentros, entabla conversaciones con amigos de la infancia que encuentra, les incita a hablar, con un estilo impetuoso e incisivo. « Wa N’wina es una carta de amor que envío a mi calle y a los habitantes de Soweto. En medio del catastrofismo del ambiente, es mi manera de afirmar que las personas son individuos antes de ser estadísticas. Es también la afirmación de una voluntad para sobrevivir juntos en los tiempos del sida ».
DOMINGO 30, 16hs.
ABYALI. Dir. Matías Pablo Saccomano, Senegal, 2007, 80 min.
En la capital de Camerún, Yaundé, un laberinto urbano construido en cemento y tierra, siete jóvenes músicos dedican su viva a un sueño: dar a luz a Abyali Percusión. Un proyecto musical que tiene como objetivo rescatar del olvido los ritmos tradicionales, para que no sé pierdan, y difundirlos por el mundo.
Ellos aspiran a poder vivir de su pasión en un país donde la industria discográfica es inexistente y donde las salas de espectáculo escasean. Dentro de este panorama desolador, luego de 2 años de intenso trabajo, enfrentando graves dificultades económicas, una posibilidad se presentan en el horizonte, el festival de danza y percusión Abok I N’goma.
La tensión aumenta en el grupo a medida que la fecha se acerca; roces internos, molestias con su mentor, el maestro Amadou Kienou, pero ellos saben que solo pueden seguir trabajando, porque solo el trabajo paga.
Organiza: Observatorio Sur, Sección de Estudios de Asia y África de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires y los Archivos del Observatorio de Video No Identificado OVNI de Barcelona.
+ info: www.observatoriosur.com
Museo EtnográficoExhibiciones
miércoles, 28 de julio de 2010
Hasta en San Marcos Sierras

martes, 20 de julio de 2010
Y un caboclo, qué es?

Los caboclos, lucharon contra los señores imperiales, codo a codo, con los negros de los quilombos, (Palmares, por ejemplo)
Debido a esto, fueron idealizados; por su independencia, coraje, lealtad y profundo conocimiento de la selva que poseían.
Los caboclos, no se conducen con palabras dulces y maneras suaves como los pretos velhos, sus maneras son más bien oscas y cortantes. Sin embargo, estas orgullosas entidades, están siempre listas para reparar injusticias, practicar la caridad y beneficiar a la humanidad.
He subido un video, para que puedan ver una ceremonia de caboclos y escuchen el testimonio de una Mai en relación a ellos y a su experiencia.
jueves, 15 de julio de 2010
Han estado en Bahía????

sábado, 10 de julio de 2010
De Buzios y Cauris


Aunque es Española, reside en Alemania, donde cultiva Mandrágoras, ginseng, treboles de cuatro hojas, aloes y kalanchoes entre otras. Ella describe su trabajo vibracional en su pagina web
lunes, 28 de junio de 2010
Rayos y Truenos!!!!!


domingo, 20 de junio de 2010
Conferencia sobre Cultura Yoruba

viernes, 18 de junio de 2010
Música Maestro!

Por ahora, disfruten de las obras de estos luthiers anónimos!
viernes, 11 de junio de 2010
Historia de los Terreiros Bahianos


domingo, 6 de junio de 2010
O que é que a Bahiana tem?

Oxossi, Cazador y Señor de los Bosques

Contemplativo hijo de Yemanjá, abandonó su casa a temprana edad para convertirse en el rey de la caza y señor de los bosques.
Muchas veces va acompañado de su hermano Osaña, Señor del Reino Vegetal.
Oxossi, va en busca de los elementos que tengan buen axé, y los deposita en los altares de los Orixás.
Representa la prosperidad, la energía positiva y la abundancia.
Siempre está presente en toda actividad agrícola, como la plantación o la cosecha.
Su energía puede ser tan positiva, que a menudo lo llaman el Señor del Arte de Vivir.
Representa la alegría de vivir, el optimismo y el dinamismo.
Pero, como todos los Orixás, tiene su lado negativo: el de soñador.
Su holgazanería, puede causar desidia, el trabajo mal hecho y la putrefacción.
Ogúm, le enseño a cazar, entre otras razones, para apartarlo de la vida aletargada. Fué entonces, cuando aprendió de Osaña, los secretos del bosque y el arte de las plantas.
lunes, 31 de mayo de 2010
La Mar estaba serena...

jueves, 27 de mayo de 2010
Volver a empezar...
Después de tanto tiempo, me pregunto, por dónde comenzar?
Viajes, danzas, nuevos amigos, nuevos conocimientos...
Muchos, muchos cambios me han sorprendido en estos días y vendrán más...
Mmmm.... como dice una canción, crece desde el pié... y el pié, respecto de la cabeza, queda abajo, cerquita del suelo, pegado al suelo, a la tierra.
Y entonces, se me ocurre empezar desde abajo, con los pies en la tierra y la cabeza en el cielo!
Les diré que estoy conociendo la danza africana (danza afro) la llaman.
Allí, con los pies en el suelo, uno siente como todo sube.
Como la energía desde la tierra llega al cielo y en medio nosotros, los hombres, el género humano.
Caminando, respirando, balanceándonos en medio de los vientos y las tempestades de un mundo que no para de dar vueltas (menos mal)
Cada clase, recorro las distintas manifestaciones naturales: el mar, el viento, la selva, las tormentas, y me asombro! y me maravillo! y me alegro de haber sido invitada a conocer estas danzas rituales que pertenecen a Ellos los Orixás!
En las próximas entregas, conocerán a cada uno de ellos.
Los invito a recorrer este camino, poblado de Seres Maravillosos, como maravilloso es el universo, la naturaleza y el mismo Dios!
viernes, 16 de abril de 2010
Vale más una gota de miel, que un balde de hiel...
